Sociedade

Videovigilância dispara nas ruas portuguesas desde 2013

Número de câmaras autorizadas nas ruas passou de 38 para quase 850 de 2013 até agora. Sistemas de videovigilância já foram autorizados para 14 cidades portuguesas, mas só metade está operacional.

As câmaras de videovigilância estão cada vez mais presentes no quotidiano. De acordo com a edição de hoje do jornal Público, o número de sistemas instalados disparou mais de 22 vezes desde 2013 até hoje: passou de 38 dispositivos instalados para 848, apesar da grande maioria ainda não se encontrar em funcionamento.

Analisando os despachos de vários secretários de Estado da Administração Interna no Diário da República e os pareceres da Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD), o jornal identificou 848 câmaras autorizadas em 14 cidades portuguesas.

Todavia, apenas sete têm de facto câmaras a funcionar: há 27 em Lisboa, 103 na Amadora, 17 em Coimbra, 19 em Leiria, 20 em Vila Franca de Xira, 26 em Olhão e 11 em Fátima — ao todo, 223 dispositivos encontram-se em funcionamento.

Frisa o diário que estes números não contabilizam os milhares de câmaras instaladas nas escolas — 10 mil câmaras, ao todo, que funcionam apenas quando as instalações estão encerradas — nem os circuitos de vídeo instalados nas prisões nacionais desde 2016, nos quartéis desde 2014 ou nas linhas da CP.

As primeiras instalações destes sistemas CCTV ocorreram em 2009 no Santuário de Fátima e na Baixa do Porto — sendo que a cidade portuense deixou de utilizar estes sistemas entre 2012 e 2013.

Neste momento, a Amadora é a cidade mais vigiada do país, com a mais recente instalação em 2017, mas Lisboa aproxima-se rapidamente. Além das 27 instaladas no Bairro Alto, a capital vai passar a ter mais 216 câmaras em 16 zonas da Baixa e outras 17 no Parque das Nações.

Fonte: Sapo 24

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