Ciência

Portuguesa distinguida com prémio da União Europeia para mulheres inovadoras

Maria Fátima Lucas, co-fundadora e directora executiva da Zymvol Biomodeling, uma empresa que desenvolve, por via informática, enzimas industriais aplicando uma modelização molecular, foi uma das quatro vencedoras da edição do Prémio da UE para Mulheres Inovadoras.

A portuguesa Maria Fátima Lucas foi esta quarta-feira uma das vencedoras da edição do Prémio da União Europeia (UE) para Mulheres Inovadoras de 2020, tendo sido ainda premiado também o projecto português Invisible, liderado por Elvira Fortunato.

O anúncio dos premiados, nas Jornadas Europeias da Investigação e Inovação, que este ano foram inteiramente online, foi feito por Mariya Gabriel, comissária da Inovação, Investigação, Cultura, Educação e Juventude.

Num comunicado divulgado pela representação em Portugal da Comissão Europeia explica-se que Maria Fátima Lucas, co-fundadora e directora executiva da Zymvol Biomodeling, uma empresa que desenvolve, por via informática, enzimas industriais aplicando uma modelização molecular, foi uma das quatro vencedoras da edição do Prémio da UE para Mulheres Inovadoras. O prémio é financiado ao abrigo do Horizonte 2020, o programa de investigação e inovação da UE.

A empresa foi fundada em 2017 e é liderada pela portuguesa, que é licenciada em Química pela Universidade do Porto.

O primeiro-ministro, António Costa, já felicitou Maria Fátima Lucas pela conquista. “Mais um prémio para uma investigadora e empreendedora portuguesa. Parabéns a Maria Fátima Lucas pelo seu trabalho com biocatalisadores que contribui para uma indústria mais inovadora e sustentável”, escreveu António Costa na sua conta pessoal da rede social Twitter.

O projecto Invisible é da responsabilidade da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova e foi um dos projectos vencedores da segunda edição do prémio Horizon Impact, “dedicado a projectos financiados pela UE que tenham criado um impacto societal em toda a Europa e mais além”, diz o comunicado da representação da Comissão.

O projecto desenvolveu o primeiro ecrã transparente, “dando origem a uma nova área tecnológica, com inúmeras aplicações numa vasta gama de indústrias”.

Na manhã desta quarta-feira, António Costa felicitou também a cientista Elvira Fortunato pelo prémio “Impacto Horizonte 2020” da Comissão Europeia, considerando que esta distinção reconhece “a aposta estratégica” do país na ciência e na inovação.

Fonte: Público

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