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Opinião sem Filtro: Os incompetentes, os limitados, os bajuladores e a gente com brilho e alma de leão

O mar encharca, com gratidão, reconhecimento e respeito, sempre os melhores. Os muito bons. Os ótimos. Os excelentes. Os outros ficam a muitas léguas de distância naquela que é a estrada da existência.

Sem truques de pseudo vedetas incompetentes. Sem filtros na ponta da objetiva. Sem o artificial e os milagres do PhotoShop ou do Corel Draw. Hoje em dia, qualquer parolo que tenha o indicador direito a funcionar na sua plenitude (com respeito pelos verdadeiros profissionais da fotografia), num qualquer e trivial dispositivo móvel, consegue “maravilhas” e forjar apenas os invisuais e bajuladores.

Em vez de nos provocarem encanto com um excelente portefólio de ricas e boas imagens, causam-nos náuseas e vómitos, semelhantes à azia azeda que azeda o nosso corpo e a nossa alma. Cada um mostra aquilo que sabe e consegue, a mais não é obrigado, mas muitos têm muito pouco para expor. Por muito suor que despejem dos poros, não conseguem seguir mais adiante ou darem mais uns passos em busca de algo deveras positivo no além. De subirem as escadas da vida. Galgarem um pequeno monte até ao topo e lá colocarem uma bandeira.

Apenas se ousam cutucar (como se diz no outro lado do Atlântico) cobardemente, uns aos outros, e atuarem como se tentassem alcançar o esmerado primor organizado das matilhas. Limitados? Burros? Incompetentes? Claramente!!

Alguns limitados e “burros” causam-nos náuseas e vómitos
Foto: D.R

Muitas vezes, pouco ou nada sabem, sobre nada de concreto. Nem de eles sabem, das suas casas, mas tentam a todo o custo meter o bodelho em prato alheio, como se alguém os tivesse mandatado para o efeito.

Conheço alguns que nem para uma vaga para o ofício de trouxas conseguiriam… Serviriam, unicamente, para moços de recados, estafetas e tarefeiros, sob o comando comandado das verdadeiras Estrelas com brilho próprio, alcançado por mérito e conseguido com uma elevadíssima distinção.

Alguns “empreiteiros” que se dizem habilitados e formados academicamente (conheço até uma que diz ter um curso superior sem nunca lá ter posto as patas. Estudar e aprender é difícil e esforço é algo que esta dama nunca quis), que não conseguem distinguir o artigo “à” do verbo “haver” (para dar apenas este exemplo). São estas mesmas marionetas que borram diariamente as redes socias com excrementos de cavalos cansados e famintos ou então os que, de boca bem aberta, chapéu de palha e nariz examinador, regalam-se a fitar as bolinhas malcheirosas dos caprinos a saírem-lhes pelo anus. Os mesmo que atacam, cobardemente e sem razão, gente de bem, que nunca lhes fez mal. São uns coitadinhos!! Ficam felizes com nada!! Porque nada, é o único lexema que lhes assenta como uma luva.

Os seus limites são tão redutores que apenas conseguem honrar o seu brilhar nos riachos quase secos e sujos que escolheram. Estes minúsculos fluxos de água podre, por sua vez, respondem: “a ti, nem os calcanhares te molho. Não mereces que desperdice o meu pouco H2O nas tuas pantufas esburacadas e bolorentas”.

O mar encharca, com gratidão, reconhecimento e respeito, sempre os melhores. Os muito bons. Os ótimos. Os excelentes. Os outros ficam a muitas léguas de distância naquela que é a estrada da existência.

A água que é vida e esperança batiza, honra e classifica com uma nota alta e sempre com uma pureza bem cristalina, o esforço; a dedicação; a solidariedade; o espírito humanitário; a lealdade; a honra; o brio e o cumprimento de metas e objetivos, quer eles sejam pessoais ou profissionais.

Esse imenso mar nunca lhes chegará às meias rotas e muito menos aos seus rostos sujos, porcos e verdadeiramente comprometidos, por muito que lutem, berrem ou relinchem, junto do olhar clínico e muito atento de quem os observa e avalia diariamente!!..

Se algum dia voltar a esta temática, não hesitarei em ilustrar a minha prosa com os rostos de algumas “personalidades” que se encaixam como ninguém nesta tese. O barrete só o enfia quem quiser, mas como estamos no Ribatejo, gosto de tratar os bois pelos nomes. Depois? Bem, depois avancem para tribunal. Lá estarei na hora e local agendados! De uma coisa tenho eu certeza, cada vez que puserem as patas na rua, não passarão indiferentes aos passantes honestos desta vida!!

Conselho: nunca é tarde para refletir e se inverter o sentido da marcha!!

Mário Gonçalves – Jornalista – CP n.º 1625A | Subdiretor do “Ribatejo News”

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