Benavente

Samora Correia: Campo de Tiro de Alcochete não vai receber doentes infectados com Covid-19

O Estado-Maior-General das Forças Armadas (EMGFA), face à realidade que o país está a viver, associada à propagação do vírus COVID-19, aceitou inscrições de voluntários da Família Militar (Ex-militares que se identificam com a instituição) que pretendam auxiliar as Forças Armadas, nas ações que estas vão desenvolver em apoio dos Portugueses, em reforço do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

Campo de Tiro de Alcochete não será para já um Centro de Acolhimento aos doentes infetados pela Covid-19.

O Estado-Maior-General das Forças Armadas (EMGFA), face à realidade que o país está a viver, associada à propagação do vírus COVID-19, aceitou inscrições de voluntários da Família Militar (Ex-militares que se identificam com a instituição) que pretendam auxiliar as Forças Armadas, nas ações que estas vão desenvolver em apoio dos Portugueses, em reforço do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

Os principais locais de atuação dos voluntários foram várias unidades militares, onde estão disponíveis 2300 camas para apoio ao SNS.

Não foi, até ao momento, necessário ativar a grande maioria desses Centros de
Acolhimento. Por esta razão, apenas foi chamado um número muito reduzido de voluntários, considerando o universo de mais de 8000 que se disponibilizaram, através da Instituição Militar, em benefício do Hospital das Forças Armadas e de algumas Infraestruturas Distritais de Apoio de Doentes e da Proteção Civil.

O Campo de Tiro de Alcochete (situado na freguesia de Samora Correia, concelho de Benavente) viria a dar resposta aos infetados pela Covid-19 dos concelhos de Alcochete, Benavente e Salvaterra de Magos. Mas, não foi, para já, apontado como uma Unidade Militar prioritária tendo em linha de conta a evolução do surto na região.

Sendo ainda incerta a evolução da pandemia, o Campo de Tiro de Alcochete poderá vir a ser ativado, por isso, o Estado-Maior-General das Forças Armadas continua a contar com todos os ex-militares que não foram mobilizados nesta primeira fase.

A solidariedade humanitária dos ex-militares que responderam de imediato ao apelo, mereceu um destacado agradecimento por parte do Estado-Maior General das Forças Armadas.

Mário Gonçalves – Jornalista CP 1625A | Sub-director do “RibatejoNews”
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NOTA DO EDITOR: O professor e jornalista Mário Gonçalves respondeu de imediato ao apelo do Estado-Maior-General das Forças Armadas. O sub-diretor do Jornal “RibatejoNews” cumpriu o seu serviço militar na Escola Prática de Infantaria (EPI), em Mafra, em 1991-92. Apesar da sua especialização militar ser a de atirador, não deixou de responder à chamada e manifestar um acto de solidariedade humanitária quando o seu país e suas gentes mais precisavam.
José Peixe – Jornalista C.P 552A | Editor do “RibatejoNews”

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