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Centros comerciais manterão lojas de serviços essenciais abertas

Dentro do decreto de Estado de emergência podem continuar em funcionamento as farmácias, hipermercados, oculistas, entre outras, que se encontrem no interior dos centros comerciais.

Cumprindo com as medidas decretadas pelo Governo, no âmbito do estado de emergência, os centros comerciais ajustaram a sua operação e vão manter em funcionamento um conjunto de lojas que prestam serviços essenciais, como hipermercados, farmácias, oculistas, papelarias, lojas de jornais e tabaco e electrónica, entre outras. A larga maioria das lojas existentes neste tipo de estabelecimentos vai continuar de portas fechadas.

De acordo com um comunicado da Associação Portuguesa de Centros Comerciais (APCC), permanecerão abertas as padarias e os estabelecimentos de restauração e bebidas, mas sem consumo nos centros, ou seja, apenas para take away ou entrega ao domicílio.

Estão igualmente incluídos os estabelecimentos que fornecem serviços médicos, de produtos médicos e ortopédicos, de produtos cosméticos e de higiene, de produtos naturais e dietéticos. Também as lojas de serviços postais, de jogos sociais, clínicas veterinárias e estabelecimentos de venda de animais de companhia e respectivos alimentos ficarão abertas.

Da lista de lojas autorizadas a abrir estão também os serviços bancários, financeiros e de seguros, e as lavandarias, lojas de venda de flores, plantas, sementes e fertilizantes, drogarias, lojas de ferragens e de venda de material de bricolage, lojas de venda e reparação de electrodomésticos, equipamento informático e de comunicações, também podem continuar abertas.

Os estabelecimentos que se localizam nos centros comerciais associados à manutenção e reparação de veículos automóveis e motociclos, de tractores e máquinas agrícolas, bem como venda de peças e acessórios e serviços de reboque, podem igualmente manter-se em funcionamento.

“Os centros comerciais continuarão a assegurar o cumprimento de todas as medidas de higiene e segurança recomendadas pelas autoridades”, assegura a associação, acrescentado que “a principal prioridade da APCC e dos seus associados é garantir a segurança de visitantes, lojistas, colaboradores e fornecedores, a par da dos activos”.

Fonte: Público

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