Turismo

Gastronomia Portuguesa: a magia da Feira do Fumeiro de Montalegre

A Feira do Fumeiro de Montalegre continua a celebrar “um mundo rural que está a desaparecer”.

Terá sido só coincidência? Há um conhecido actor português que dá a cara pela 29.ª Feira do Fumeiro de Montalegre. Chama-se Tiago, e o seu apelido, Aldeia, não podia ser mais adequado para promover um certame que, nas palavras do presidente da câmara municipal daquela vila transmontana, Orlando Alves, celebra “o que resta de um mundo rural que está a desaparecer”.

“Metade ou dois terços do país está a desaparecer, enquanto outros têm espaço para ser imensamente felizes”, comentou Orlando Alves na última sexta-feira, durante o almoço de apresentação da edição de 2020 da Feira do Fumeiro, que decorre de 23 a 26 de Janeiro.

De Montalegre para o Porto, mais concretamente para o restaurante Oficina, viajaram os produtos mais nobres do Barroso – e foi com eles que o chef residente, Marco Gomes, e o seu convidado, Nuno Diniz, cozinharam um cozido barrosão de comer e chorar por mais.

Antes de nos sentarmos à mesa para provar a iguaria, ainda ouvimos Nuno Diniz, “cozinheiro e lisboeta”, dizer que é “há muito” candidato “a naturalizar-se barrosão”. “Luto muito pelo extraordinário produto e pelas pessoas de Montalegre e é para mim um orgulho estar aqui”, comenta, antes de passar a palavra ao anfitrião. Marco Gomes é transmontano, nasceu em Bragança, e assegura que há 14 anos ininterruptos que frequenta a Feira do Fumeiro de Montalegre.

Fonte: “Fugas” – Jornal Público

 

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