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Escândalo na Banca: “Havia outros dirigentes da Caixa Agrícola a empregar familiares”.

O Crédito Agrícola é o único Grupo Financeiro Português Cooperativo, mas Licínio Pina não é nenhum banqueiro como se tem dito e escrito em algumas notícias nos últimos dias. Ele é apenas e só o Presidente do Conselho de Administração Executivo do Crédito Agrícola. Que fique bem claro esse ponto.

Licínio Pina não é nenhum banqueiro mas sim o Presidente do Conselho de Administração da Caixa Agrícola, uma Cooperativa de Crédito que tem sido motivo de notícia nos Media nos últimos dias
Foto: D.R

No site da Caixa Agrícola podemos ler a mensagem do Presidente do Conselho de Administração Executivo do Crédito Agrícola, Licínio Pina, que é o único Grupo Financeiro Português Cooperativo existente em Portugal e que passamos a transcrever na íntegra:

«A sua génese está assente no sector agrícola mas a sua evolução transformou-o num Grupo financeiro e segurador universal com prática de proximidade e relação com as pessoas, com uma vincada marca de confiança.

As suas características específicas de descentralização de competências, através das Caixas Agrícolas detentoras de uma vasta rede de Agências que operam em nicho de mercado contribuem de forma activa para contrariar a força centrípeta da litoralização da população portuguesa, com dupla capacidade de geração de emprego.

A força da solidariedade existente entre as instituições que o compõem garantem uma coesão ao Grupo que se transmite à sociedade e potencia o desenvolvimento do interior do país utilizando a capilaridade da maior rede bancária nacional, continuando a oferecer onde outros encontram dificuldades.
A nossa responsabilidade social está para além das motivações empresariais.

A liquidez e a solvabilidade do Grupo, a par da confiança são factores que preservamos e constituem as nossas principais referências diárias para garantir estabilidade, e a prestação de serviço de qualidade.

A evolução tecnológica e a capacitação das pessoas para utilização da mesma nas suas operações bancárias estão a transformar o sector e a alterar rapidamente o modelo de negócio.

O Crédito Agrícola encontra nesta evolução tecnológica uma oportunidade para incluir nos seus mercados e aposta fortemente em soluções que mitigam a deslocalização das pessoas e os efeitos da centralidade dotando o Grupo com soluções simples e inovadoras capazes de dar resposta às necessidades dos seus Clientes que trata como parceiros.

O Crédito Agrícola tem sido reconhecido pelo mercado como um dos melhores bancos a operar no mercado português. Queremos continuar a modernizar-nos para melhor o servir.

Por tudo isto, somos “O Banco Nacional com pronúncia local”.»

O problema é que a polémica continua dentro da Caixa Agrícola,   único Grupo Financeiro Português Cooperativo existente em Portugal. Basta abrir e ver o Vídeo que foi noticiado ontem à noite pela TVI 24.

https://tvi24.iol.pt/videos/sociedade/havia-outros-dirigentes-da-caixa-agricola-a-empregar-familiares/5e065cc40cf2c472ec718f16

Na Caixa Agrícola de Salvaterra de Magos e Benavente, existe toda uma família a controlar a Cooperativa de Crédito há muitos anos, ignorando os protestos e as que alguns associados têm vindo a fazer.

Na última Assembleia Geral Ordinária que teve lugar nas instalações da Caixa Agrícola dos Foros de Salvaterra, no passado dia 7 de Dezembro, houve uma dezena de sócios que votaram contra a reeleição do presidente do Conselho de Administração, José Manuel da Silva Ferreira Moreira e alguns deles fizeram requerimentos a pedir a anulação dessa assembleia, pois a maioria dos associados não teve conhecimento desse acto tão importante.

Presente nessa Assembleia Geral Ordinária esteve Vargas Esteves, representante da Caixa Agrícola Central que não fez mais nada do que troçar e rir das intervenções dos associados que protestaram contra as eleições e a modificação dos estatutos.

Antes de Natal dois associados deslocaram-se à sede da Caixa Agrícola Central, em Lisboa, pedindo para falar com o Eng.º Licínio Pina que se recusou a recebê-los. Mas mesmo assim, deixaram uma denúncia por escrito e uma outra no Banco de Portugal.

José Peixe – Jornalista Profissional e Editor do “RibatejoNews”

 

 

 

 

 

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