Opinião

Opinião “Sem Filtro”: Jovens marroquinos paparam os portugueses como se estes fossem anjinhos

Num país pojante e com respeito pela Presidência da República, há muito que o Governo tinha posto em prática medidas estruturantes para responder às necessidades dos sem-abrigo em Portugal. Apesar de ser um gesto que deve merecer o nosso reconhecimento, o Presidente da República mostra que a sua força não é a que ele julga ter. Alguém viu algum membro do Governo seguir-lhe o exemplo?

Os 8 jovens marroquinos que chegaram à praia de Monte Gordo numa embarcação podre e esperam ter uma vida melhor em Portugal Foto: D.R

A forma como estão a ser tratados os marroquinos que desembarcaram em Portugal (para agradar aos gigantes europeus) deve-nos envergonhar a todos. Casa, comida, estatuto de refugiado e até um curso de Português. Tudo de borla, pago com os nossos impostos. É um precedente que nos vai custar caro. Quem já esteve ali ao lado em Marrocos, sabe que a fuga é uma necessidade, mas acima de tudo um sonho fácil de alcançar. Tudo fazem para galgar o oceano. Agora têm luz verde para o fazer e ainda são recebidos em festa e como heróis.

Por cá, enquanto milhares de portugueses vivem na rua, os pobres marroquinos que fazem filmes no mar como se fossem para uma festa e chegam cuidados e sorridentes devem estar a pensar: estes tipos são mesmo otários, foram papados que nem anjinhos.

Apesar de venerarem o Alá que só existe nas suas frágeis cabecinhas e de seguirem literalmente o Alcorão, nem todos os marroquinos são terroristas, mas também é verdade que os portugueses que foram recebidos como emigrantes não agradeceram aos países de destino com facas e cintos explosivos.

E agora chamem-me xenófobo que depois eu explico-vos o que foi a dura vida de quem galgou uma montanha (tinha eu 3 meses) ao colo dos meus pais, comer o pão que o diabo amassou, viver num pobre quarto de pensão, não perceber patavina da língua, sujeitar-se ao trabalho que os outros não queriam, para fugir à ditadura de Salazar e encontrar uma vida melhor em França.

Mário Gonçalves – Jornalista

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