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MAI elogia “cumprimento rigoroso” do modelo de combate em Vila de Rei e Mação

O ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, afirmou esta tarde que houve um “cumprimento rigoroso” das orientações estratégicas definidas pelo modelo de combate aos incêndios rurais que atribui a prioridade absoluta à salvaguarda da vida humana e das populações.

Mas o jornalista Miguel Sousa Tavares não poupou o ministro e afirmou que ele é um dos mais incompetentes do Governo liderado por António Costa.

“Houve um cumprimento rigoroso [nos incêndios que começaram no sábado na região Centro] daquelas que são as orientações estratégicas definidas no modelo de combate aos incêndios rurais: prioridade absoluta à salvaguarda da vida humana, à salvaguarda das populações, das aldeias, das zonas residenciais”, afirmou Eduardo Cabrita, em Cardigos, Mação, no distrito de Santarém.

O governante, que visitou hoje o posto de comando de Cardigos, na sequência do incêndio que começou no sábado em Vila de Rei, distrito de Castelo Branco, e que depois alastrou a Mação, adiantou que a “prioridade absoluta” é a coordenação de esforços na mobilização para o combate.

Eduardo Cabrita manifestou ainda “toda a solidariedade” às populações mais diretamente atingidas nos concelhos de Sertã e de Vila de Rei, no distrito de Castelo Branco, e de Mação.

O ministro sustentou que as alterações climáticas e a característica da floresta portuguesa “exigem uma resposta que já está a ser dada com os mecanismos da reforma da floresta e com a adaptação dos planos diretores municipais a planos regionais de ordenamento da floresta.

“Estes colocarão, também num quadro de responsabilidade partilhada e descentralizada na mão dos municípios, uma palavra decisiva sob o modelo de ordenamento da sua floresta. Esse é um trabalho de fundo que já está a ser feito e que nos permitirá seguir um caminho que estamos já a ter”, frisou.

Segundo este responsável, nos últimos 10 anos, o país registou uma média de 20 mil incêndios por ano.

“Foi essa a média entre 2009 e 2018. Em 2018, conseguimos ter apenas cerca de 12.200 incêndios florestais, quase metade, apenas, daquilo que se verificou nos 10 anos anteriores e uma significativa redução da área ardida. É nesse trabalho que temos que prosseguir”, afirmou.

Depois de sublinhar que ainda é muito cedo para fazer balanços sobre este incêndio, Eduardo Cabrita sublinhou que decisões como as que foram tomadas recentemente na Assembleia da República, para alargar a todo o país o cadastro florestal “são decisivas”.

“Uma gestão da floresta integrada com escala é fundamental para a prevenção. Julgo que o combate demonstrou, mais uma vez, uma capacidade de responder às suas prioridades estratégicas”, concluiu.

Fonte: Sapo24 Notícias

 

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